segunda-feira, 10 de julho de 2017

Temer se reúne com líderes e ministros às vésperas de votação da denúncia na CCJ


REUTERS/Adriano Machado
Às vésperas da votação da denúncia na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o presidente Michel Temer convocou uma reunião com líderes da base aliada e ministros de Estado neste domingo, no Palácio da Alvorada.
O encontro estava marcado para começar por volta das 17h, mas a comitiva presidencial chegou, aproximadamente, às 17h30 no palácio. O objetivo da reunião é discutir as votações do pedido de investigação da Procuradoria-Geral da República contra Temer, na Câmara dos Deputados, e da reforma trabalhista, no Senado.
Além dos comandantes de bancada, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Aloysio Nunes (Relações Exteriores) também vão participar da reunião.
Outras presenças confirmadas no encontro são dos líderes do governo na Câmara, deputado André Moura (PSC-SE), e no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).
Pela manhã, no Palácio do Jaburu, Temer se reuniu por pouco mais de uma hora com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para discutir a votação da denúncia apresentada contra o presidente.
O governo tem pressa para votar a denúncia, mas teme que os debates na Comissão de Constituição e Justiça se alonguem e não seja possível concluir o processo na próxima semana.
Por isso, não vai se esforçar para votar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) nesta semana, o que, em tese, abre a possibilidade de os deputados serem convocados durante o recesso parlamentar para votar a denúncia contra o presidente Michel Temer.
Sem aprovar a LDO, deputados e senadores não poderiam entrar em férias. Nos últimos anos, no entanto, se instituiu o chamado “recesso branco”, quando Câmara e Senado continuam abertos, mas normalmente não há sessões deliberativas e a presença do parlamentar no Congresso não é cobrada.
Segundo um líder do governo, caso a votação da denúncia não aconteça até o início oficial do recesso, em 17 de julho, a não aprovação da LDO permitiria a convocação de uma sessão extraordinária, durante o recesso branco, para deliberar sobre o caso.
Cada vez mais afastado do Palácio do Planalto, cabe a Maia marcar a data da votação da denúncia no plenário. Ele tem sido pressionado por deputados da oposição e até da base a deixar a conclusão do processo para agosto, após o recesso.
Para que haja o recesso formal, a LDO precisa ser aprovada, em uma sessão conjunta da Câmara e do Senado, na próxima semana.
Fonte: Estadao Conteudo

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Prefeitura de Águas Lindas inicia a construção de calçadas e estacionamentos na Avenida Rita de Fátima




A Prefeitura de Águas Lindas de Goiás está realizando as obras de construção de calçadas e estacionamentos na Avenida Rita de Fátima, principal via de acesso do Jardim Barragem. A obra será dividida em três etapas com o intuito de diminuir o impacto no comercio local em virtude da movimentação de homens e máquinas que atuam no empreendimento.
Segundo o secretário de Obras, José Fernando (Dinando), a primeira etapa foi iniciada na altura do “Mais Atacadista” e seguirá até a quadra do Supermercado Ultrabônus. “É necessária a compreensão de todos os comerciantes em virtude dos transtornos causados por intervenções como esta que estamos conduzindo, que levará segurança aos pedestres e fornecerá novas vagas de estacionamento”, disse o secretário.
O coordenador da unidade gestora local, o arquiteto Edilson Mourão, que elaborou o projeto, afirma que a principal orientação do prefeito Hildo do Candango é que fossem feitas as intervenções para dar sentido de urbanidade ao local, levando em conta a acessibilidade e a segurança de todos os usuários, tanto pedestres como motoristas que trafegam no local. “Tivemos o cuidado de contemplar no projeto todas as orientações dadas pelo prefeito, dentro da realidade da Avenida. Agora, é necessário que os imóveis, que por ventura realizaram avanços, como construção de muretas e puxadinhos, realizem a retirada para não atrasar o avanço das obras. As calçadas serão padronizadas com 1 metro e meio de largura e nos estacionamentos serão aplicados pisos intertravados”, disse o arquiteto
A Avenida Rita de Fátima tem este nome em homenagem a uma pioneira que era dona de um salão de beleza que atendia as principais personalidades femininas da época. A homenagem foi feita pela Câmara Municipal de Águas Lindas no ano de 2008, de forma unânime pelo plenário da Casa.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

CCJ do Senado aprova PEC que muda regras para escolha de ministros do STF

CCJ do Senado aprova PEC que muda regras para escolha de ministros do STF
Proposta prevê, por exemplo, que ministros poderão ficar na Corte por até 10 anos; hoje, eles ficam até os 75 anos de idade. PEC precisa ser analisada pelo plenário do Senado para ir à Câmara
Por Gustavo Garcia, G1, Brasília Foto: Reprodução/Divulgação/Nelson Jr./SCO/STF 


Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (5) uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que muda as regras para a escolha de ministros do Supremo Tribunal Federal.

O texto ainda precisa passar por duas votações no plenário do Senado para ser analisado pela Câmara. A PEC só será aprovada se contar o apoio de, pelo menos, três quintos dos senadores (49 dos 81).

Regras
Saiba abaixo o que preveem as regras aprovadas pela CCJ do Senado:

TEMPO NO STF
Pela proposta, os ministros poderão ficar no STF por até 10 anos e não poderão ser reconduzidos

Atualmente não há esse limite, mas os ministros se aposentam compulsoriamente aos 75 anos de idade

ATIVIDADE JURÍDICA
A PEC prevê que, para assumir uma cadeira no Supremo, o escolhido terá de comprovar ter pelo menos 15 anos de atividade jurídica

Atualmente não há exigência de tempo mínimo de atividade jurídica.

LISTA TRÍPLICE
Pela PEC, o presidente da República deverá escolher para o STF um nome que esteja em lista tríplice, a ser elaborada em até um mês a partir do surgimento de uma vaga na Corte

Atualmente, podem ser indicados à Corte pelo presidente da República cidadãos com mais de 35 anos (e menos de 65 anos) com notável saber jurídico e reputação ilibada, desde que tenham a indicação aprovada pelo Senado

A proposta aprovada pela CCJ do Senado prevê que a lista tríplice deverá ser eleita por um colegiado, composto pelos presidentes: do STF; do Superior Tribunal de Justiça (STJ); do Tribunal Superior do Trabalho (TST); e do Superior Tribunal Militar (STM); além do procurador-geral da República; o defensor público-geral federal; e o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Restrições
A PEC também prevê algumas restrições para a escolha de ministros do Supremo. O indicado não poderá, por exemplo, nos quatro anos anteriores à indicação, ter ocupado:

Mandato eletivo federal;
Cargo de procurador-geral da República;
Cargo de advogado-geral da União;
Cargo de ministro de Estado.

Inelegibilidade
A PEC estabelece também que, depois de deixarem o Supremo, os ministros estarão inelegíveis para qualquer função eletiva pelo prazo de cinco anos.


Educação em Águas Lindas de Goiás é nota 10


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Quem acompanha o crescimento da cidade de Águas Lindas de Goiás sabe o quanto a educação no município melhorou nos últimos anos. Desde o início de seu primeiro mandato, o prefeito Hildo do Candango se comprometeu em priorizar a educação no município e investir para que ela se tornasse uma educação de qualidade, alcançando nota 10.
Esses avanços foram acontecendo no decorrer da gestão de Hildo do Candango, com o apoio de sua equipe eficiente, e assim as coisas foram mudando na rede pública municipal de educação. Hoje, pais, alunos e amigos da escola, têm orgulho de entrar em uma sala de aula e ver a estrutura que foi construída.
As escolas municipais e suas dependências, o conteúdo pedagógico que é passado aos alunos, o quadro de servidores e professores da mais alta competência. Este conjunto torna a educação do município cada vez melhor. A prioridade na educação continua, os investimentos são maiores, o retorno também, são alunos que se formam que estão preparados para enfrentar o futuro e que não tem medo de serem felizes.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Osmar Rezende participa do evento do Dia de Campo sobre a criação de peixe

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No último sábado (01), o secretário Municipal de Agricultura, Osmar Rezende, participou do evento do Dia de Campo sobre a criação de peixe, no município de Cidade Ocidental. Durante o evento, o secretário conheceu de perto um novo método utilizado chamado bioflocos, que é um preparo com micro organismos, principalmente bactérias, ecologicamente correto devido ao pouco consumo de água que fica em constante circulação, para a retirada dos resíduos sólidos, e retorna ao tanque com boa oxigenação mantendo a temperatura ideal e obtendo maior produtividade.
As palestras foram ministradas pelo proprietário do local, Cia do Peixe, Sr. Bruno, e pelos consultores do SEBRAE, Adriano, Paulo e Fabrício. O evento contou ainda com a participação de produtores de vários estados como Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Piauí, Maranhão, Goiás e São Paulo, de onde veio o maior produtor de carpas do estado.

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domingo, 2 de julho de 2017

HORÁRIO DE VERÃO NÃO REDUZ CONSUMO DE ENERGIA, REVELA ESTUDO

AUMENTO DO CONSUMO NA MADRUGADA É MAIOR DO QUE ECONOMIA   

AUMENTO DO CONSUMO DURANTE AS MADRUGADAS, POR CAUSA DO AR CONDICIONADO, JÁ É MAIOR DO QUE A ECONOMIA DE ENERGIA ENTRE AS 17H E AS 20H (FOTO: MARCELLO CASAL JR/ABR)


A mudança nos hábitos do consumidor e o avanço da tecnologia tornaram inócuo um dos principais objetivos do polêmico horário de verão. De acordo com estudo do Ministério de Minas e Energia, a adoção da hora adiantada na época mais quente do ano não resulta mais em economia de energia. A despeito disso, a manutenção do horário de verão, de acordo com autoridades do setor elétrico, é considerada uma “questão cultural”.
“Em termos integralizados (diurno e noturno), o horário de verão não atendeu ao que se propôs – ou seja, não há relação direta com redução de consumo e demanda”, diz o estudo, obtido pelo Estadão/Broadcast. A popularização dos aparelhos de ar condicionado é uma das principais razões dessa mudança. No estudo, técnicos do MME apontaram que a temperatura é o que mais influencia os hábitos do consumidor, e não a incidência da luz durante o dia.
Como o calor é mais intenso no fim da manhã e início da tarde, os picos de consumo são registrados atualmente nesse período. De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o horário de ponta ocorre entre 14h e 15h, e não mais entre 17h e 20h.
A economia de energia entre 17h e 20h ainda ocorre atualmente, mas é menor do que o aumento do consumo verificado durante as madrugadas por causa do uso do ar condicionado entre meia-noite e 7h. “Antes, o chuveiro era o vilão do setor elétrico. Hoje, é o ar condicionado”, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Leite.
O secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, disse que, para o governo, a aplicação do horário de verão se aproxima da neutralidade. “Mas, para a sociedade, para o trânsito, para a vida das pessoas, a impressão é de que o horário de verão traz mais benefícios”, afirmou.
O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Eduardo Barata, destacou que o horário de verão não serve para reduzir o consumo de energia, mas sim para diminuir a concentração da carga nos horários de pico – hoje, há diminuição de 4% nesse período. “Se não adotássemos mais o horário de verão, isso não seria um problema para o setor elétrico. Mas ele traz ganhos inegáveis para o setor de turismo e para a população”, disse.
Para Barata, a adoção do horário de verão ultrapassa as decisões do setor elétrico. “Isso é algo além, que entrou na cultura dos países. Na maioria dos países desenvolvidos, existe horário de verão ou inverno, ou até os dois. E nenhum deles faz isso por economia de energia”, disse. “Quero crer que isso vale para o nosso País também. O que eu defendo é que essa decisão, de manter ou acabar com o horário de verão, não seja apenas do setor elétrico, mas do governo, do País”, acrescentou.
Hora do banho
No passado, o horário de maior consumo de energia era registrado entre 17h e 20h, quando os trabalhadores retornavam para casa e tomavam banho. Para dar mais folga e segurança ao sistema, adiantar os relógios em uma hora permitia, por exemplo, adiar o acionamento da iluminação pública nas ruas – o que adiava parte da demanda e reduzia a concentração do uso de energia, o que reduz custos do sistema elétrico.
No ano passado, de acordo com dados do MME, o horário de verão durou 126 dias e gerou uma economia de R$ 159,5 milhões ao sistema, ao reduzir o acionamento de usinas termoelétricas. O custo é considerado irrelevante para o setor. A primeira vez que o País o adotou foi em 1931. Desde 1985, ele foi aplicado todos os anos.
Nos países desenvolvidos, o horário de verão é mais extenso do que no Brasil. Na Europa, vigora de março a outubro; nos EUA, México e Canadá, de março a novembro.
“Se não adotássemos mais o horário de verão, isso não seria um problema para o setor elétrico. Mas ele traz ganhos inegáveis para o setor de turismo e para a população”. (AE)

sábado, 1 de julho de 2017

Marconi Perillo dialoga com João Doria em Campos do Jordão. País observa governo do tucano de Goiás

Marconi Perillo dialoga com João Doria em Campos do Jordão. País observa governo do tucano de Goiás

País quer saber como o Estado, mesmo na crise, está pagando servidores e fornecedores, investe em obras e apoia financeiramente seus municípios
O governador de Goiás, Marconi Perillo, passou o sábado, 24, em Campos de Jordão. Ele foi convidado especial do prefeito de São Paulo, João Doria Jr. Ambos são do PSDB e têm pretensões presidenciais.
Embora de olho na política regional — atento à máxima atribuída a Antonio Carlos Magalhães de que só é forte na corte quem é forte na província —, Marconi Perillo mantém-se atento à política nacional. Tucanos de proa apontam-no, ao lado de João Doria, como possível candidato a presidente da República. Por dois motivos.
Primeiro, tem experiência administrativa — está no seu quarto mandato de governador (ao contrário de João Dória, que está no seu primeiro mandato).
Segundo, porque, enquanto a maioria dos Estados está em crise, Goiás é um exemplo para o país. Sua economia cresce mais do que a do país, o governo está pagando em dia o funcionalismo público e fornecedores e, ao mesmo tempo, está fazendo obras e liberando recursos financeiros para os municípios.
A cúpula do PSDB e o próprio Brasil começam a olhar para Goiás com olhos de lince.

Fonte; Jornal Opção